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CGADB mantém veto à Bíblia Anotada Dake da CPAD

O    C o n s e l h o   d e   D o u t r i n a    e a Comissão de Apologética da CGADB, reuniram-se na última sexta-feira, 26.02.2010 na cidade de Campinas - SP, quando trataram sôbre a publicação da Bíblia de Estudos Dake pela CPAD, bem como sôbre a realização do Simpósio de Reflexão Doutrinária, que realizar-se-á no período de 12 a 14 Maio do corrente, na mesma cidade, como parte das comemoraçòes do Centenário das Assembléias de Deus no Brasil.

A reunião foi dirigida pelo presidente do Conselho de Doutrina, pastor Paulo Roberto Freire da Costa. Do mesmo Conselho participaram ainda os pastores:

Antonio Xavier dos Santos Vale - AD Palmas - TO - Vice Presidente;

Carlos Roberto Silva - AD Cubatão – SP - Secretário;


Emanuel Barbosa Martins - AD Araçatuba – SP - Relator;

Carlos Lopes Corrêa - AD Ilha da Conceição - Niterói RJ e


Nemias Pereira Rocha - AD Goiânia – GO;


Da Comissão de Apologética, além do presidente pastor Esequias Soares da Silva - AD Jundiaí – SP, compareceram ainda os seguintes pastores:

José Antônio Gonçalves (AD Jaciara – MT);


Francisco Eurico (AD Recife - PE);


Paulo César Lima (Catedral da AD – RJ) e


Misael Figueiredo da Silva (AD Nova Iguaçu – RJ).


A editora foi representada pelo seu Gerente de Publicações, pastor e escritor Claudionor Correia de Andrade e pelo pastor Esdras Costa Bento, Chefe do Setor de Obras Especiais.


A convite do presidente do Conselho de Doutrina, pastor Paulo Freire, participaram ainda como convidados, os seguintes pastores: Cyro Mello, Secretário Adjunto da CGADB e Dionísio Inácio Rocha - AD Campinas – SP.


..

Realmente a CPAD enviou uma nova edição revisada, porém foi não foi aceita, uma vez que na primeira resolução, de 18.11.2009, essa hipótese já havia sido rejeitada.

Após a exposição dos representantes oficiais da editora, os membros do Conselho de Doutrina, bem como da Comissão de Apologética da CGADB, emitiram seus pareceres individualmente, seguido dos seus respectivos votos, abertos, transparentes e independentes. Ao final, da mesma maneira, os dois respectivos presidentes igualmente também o fizeram.



A totalização dos votos foi U N Â N I M E pela MANUTENÇÃO  DO   VETO   JÁ   DECLA RADO   NA   PRIMEIR A   RESOLUÇÃO, sem qualquer ressalva, ou possibilidade de reverssão, considerando o caráter da função deliberativa do Conselho de Doutrina, prevista em Estatuto e Regimento da CGADB.
 
(com algumas informações pessoais do editor do blog Point Rhema na postagem suprimidas)
 
 
 
Comentário
 
Como connhecedores da idoneidade do conselho de doutrina e da Comissão de Apologética da CGADB realmente não esperava outro posicionamento senão a manutenção da posição tomada na reunião anterior. É preciso que fique claro para aqueles que insistem em defender a publicação de uma obra como a de Dake por uma editora confessional como a CPAD de que não se pode comparar todos seus leitores e consumidores de um produto editorial qualquer com  grandes pregadores e pioneiros das ADs, que via de regra, possuiam maturidade e conhecimento necessários para a utilização da referida obra editorial. Realmente, nem todos estão preparados para discernir o certo do errado.
 
É importanrte também frisar que ao tomar a atitude de manter a resolução anterior em relação a obra de Dake pelo Conselho de Doutrina e Comissão de Apologética, a Convenção Geral cumpre de forma satisfatória seu papel como moderadora dos rumos a serem tomados pelas Assembleias de Deus no Brasil que estão debaixo de sua júdice - a editora como organismo da CGADB deve cumprir seu papel de servir e de contribuir com o processo de aperfeiçoamento da igreja, e jamais o contrário, causando confusão e divisões. Assim, acredito que, diferente da opinião  que alguns tem posicionado em relação ao fato, a atitude em manter a resolução de veto pelo Conselho e pela Comissão é saudável.
 
Concluindo, a CPAD ao tomar conhecimento da resolução mantida deverá se posicionar, a fim de manifestar seu compromisso em relação ao crescimento do reino de Deus - aguardemos seu posicionamento a fim de de que venhamos tirar nossas próprias conclusões.
 

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