Ele era um cidadão soviético. Sua inteligência e capacidade de resolução rápida em situações embaraçosas chamou a atenção de oficiais da mais alta patente do governo soviético. Como qualquer outro cidadão soviético, Seigel estava disposto a dar a sua vida em favor de sua pátria, e acima de tudo, sua simpatia pelo comunismo soviético crescia cada vez mais. Assim, foi ele convidado pelo exercito de repressão religiosa a comandar as tropas responsáveis pela varredura em todo país em busca de cristãos que realizavam reuniões religiosas ainda que escondidas para alcançar outras vidas com a mensagem do evangelho, a fim de prender, torturar e até matar. Sentia-se realizado profissionalmente em ter sido reconhecido diante dos oficiais soviéticos, vivia uma vida de vícios, promiscuidade e aventuras, porém dentro de si não possuía verdadeira paz, pois sentia que algo faltava em seu ser. Foi em uma dessas varreduras pelo território soviético que fora avisado pelo serviço secreto da existência de…