E m c o n s e q ü ê n c i a do ataque de um terrorista-suicida palestino, uma senhora judia e uma jovem palestina tornaram-se grandes amigas:
A palestina israelense Nahalah Assad (atualmente com 31 anos) não quer desperdiçar seu tempo com ódio, apesar de ter – segundo ela – muitos motivos: pelo terrorista palestino que se explodiu ao seu lado em 1994 e a feriu gravemente; pelos homens da sua aldeia árabe de Iksel, que decidiram que ela não seria apta a casar por causa dos seus ferimentos e cicatrizes; pelos deputados árabes na Knesset (Parlamento), que não vieram visitá-la no hospital durante sua convalescença.
Nahalah também perdeu sua melhor amiga, Fadiah, quando o terrorista explodiu seu automóvel junto ao ponto de ônibus em que elas se encontravam, matando 13 pessoas, entre judeus e árabes. Até hoje o pai de Nahalah a leva de automóvel para onde sua filha precisa ir, pois ela teme andar nos ônibus israelenses.
Hoje Nahalah é casada e tem dois filhos. O que ela mais gosta de faze…
A palestina israelense Nahalah Assad (atualmente com 31 anos) não quer desperdiçar seu tempo com ódio, apesar de ter – segundo ela – muitos motivos: pelo terrorista palestino que se explodiu ao seu lado em 1994 e a feriu gravemente; pelos homens da sua aldeia árabe de Iksel, que decidiram que ela não seria apta a casar por causa dos seus ferimentos e cicatrizes; pelos deputados árabes na Knesset (Parlamento), que não vieram visitá-la no hospital durante sua convalescença.
Nahalah também perdeu sua melhor amiga, Fadiah, quando o terrorista explodiu seu automóvel junto ao ponto de ônibus em que elas se encontravam, matando 13 pessoas, entre judeus e árabes. Até hoje o pai de Nahalah a leva de automóvel para onde sua filha precisa ir, pois ela teme andar nos ônibus israelenses.
Hoje Nahalah é casada e tem dois filhos. O que ela mais gosta de faze…