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Meninos sofrem abuso sexual em dança tradicional no Afeganistão

Meninos são obrigados a se vestir de mulher e dançar em casamentos. Depois são levados para hotéis onde sofrem abusos sexuais. A atenção de quase todos está sobre um garoto de 15 anos, que dança para o grupo em um vestido longo e brilhante, com sua face coberta por um véu vermelho.Ele usa seios postiços e sinos presos aos calcanhares. Um dos homens oferece a ele algumas notas de dólar americano, que ele pega com os dentes. Esta é uma tradição antiga, chamada bachabaze, que significa literalmente "brincando com garotos".
O mais perturbador é o que acontece após as festas. Com frequência, os meninos são levados a hotéis e sofrem abusos sexuais. Os homens responsáveis pela prática são comumente ricos e poderosos. Alguns deles mantêm vários bachas (meninos) e os usam como um símbolo de status, como uma demonstração de sua riqueza.Os meninos, alguns deles ainda pré-adolescentes, são normalmente órfãos de famílias muito pobres.
Fome
A reportagem da BBC passou vários meses tentando en…

Integridade

Claudionor Correia de Andrade
Nestes dias que se vão caracterizando pela impiedade e por um arrebatado culto às trevas; nestes dias de amor frio e fervor moribundo, como ministros de Cristo somos instados a responder à esta pergunta: "ainda reténs a tua integridade?", Jó 2.9. Dessa resposta, está a depender não somente o êxito de nosso ministério, mas principalmente o nosso destino eterno.
Diante do desafio, Jó não se permitiu vacilar; deixou bem claro que a sua integridade era inegociável. Embora coberto de úlceras e já coberto de angústias, não traficou a sua integridade como homem de Deus. O patriarca não hesitou diante do desafio. E quanto a nós? Como nos haveremos diante desta tão inquietante e já urgentíssima pergunta?
A sua vida pessoal é íntegra? O seu ministério é íntegro? É íntegra a sua mensagem? E a sua postura como homem de Deus? É politicamente correta? Ou reconhecidamente íntegra?
De nada adiantar-nos-á aliviar uma resposta socialmente aceitável. O momento é criti…

Meu voto eu não achei no lixo [2]

Ed René Kivitz
Igreja não vota. Igreja não faz aliança política. Igreja não apoia candidato. Igreja não se envolve com política partidária. Há pelo menos cinco razões para este posicionamento.
Primeira: o Estado é laico. Igreja e Estado são instituições distintas e autônomas entre si. É inadmissível que, em nome da religião, os cidadãos livres sofram pressões ideológicas. Assim como é deplorável que os religiosos livres sofram pressões ideológicas perpetradas pelo Estado. É incoerente que um Estado de Direito tenha feriados santos, expressões religiosas gravadas em suas cédulas de dinheiro, espaços e recursos públicos loteados entre segmentos religiosos institucionais. É uma vergonha que líderes espirituais emprestem sua credibilidade em questão de fé para servir aos interesses efêmeros e dúbios (em termos de postulados ideológicos e valores morais) da política eleitoral ou eleitoreira.
Segunda: o voto é uma prerrogativa do cidadão. Assim como os clubes de futebol, as organizações não go…

O maior patrimônio da igreja são as pessoas

“Nossos colaboradores – nosso principal patrimônio”. Esse foi o slogan de comemoração de uma empresa metalúrgica ao alcançar uma marca recorde de materiais produzidos e comercializados – sua diretoria havia chegado a conclusão de que o investimento maciço de recursos na formação, treinamento e capacitação de seus funcionários era o maior responsável pela marca alcançada, e logo sua reputação a colocou entre as melhores do país e a transformou na maior exportadora de produtos de seu ramo de atuação no mercado internacional, tornando-se assim orgulho de seus colaboradores e familiares. Na cidade toda não se comentava outra coisa: havia tornado-se um sonho para muitos trabalhadores a oportunidade de integrar seu quadro de funcionários. Trabalhar ali era sinônimo de estabilidade e valorização  em todos os sentidos.
Porém, o tempo passou, e o enriquecimento rápido de seus executivos acabou por cegá-los quanto ao investimento na qualidade de vida de seus trabalhadores – agora, o foco era ape…

Meu voto eu não achei no lixo [1]

Francisco Everaldo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca, candidato a deputado federal pelo PR, concedeu entrevista a Folha - um verdadeiro deboche ao eleitor brasileiro. Confira a íntegra da entrevista e tire suas próprias conclusões:

Folha - Por que você decidiu se candidatar? Tiririca - Eu recebi o convite há um ano. Conversei com minha mãe, ela me aconselhou a entrar porque daria pra ajudar as pessoas mais necessitadas. Eu tô entrando de cabeça.
De quem veio o convite? Do PR.
Como foi? Por eu ser um cara popular, eles acreditaram muito, como eu também acredito, que tá certo, eu vou ser eleito.*
Sabe o que o PR propõe, como se situa na política? Cara, com sinceridade, ainda não me liguei nisso aí, não. O meu foco é nessa coisa da candidatura, e de correr atrás. E caso vindo a ser eleito, aí a gente vai ver.
Quais são as suas principais propostas? Como eu sou cara que vem de baixo, e graças a Deus consegui espaço, eu tô trabalhando pelos nordestinos, pelas crianças e pelos desfavorecidos.
Mas tem…

Exageros em nome da fé [1]

Fui acordado na noite que se passou por um barulho ensurdecedor. A princípio pensei que fosse mais uma das brigas familiares de um dos meus vizinhos. Olhei no relógio, e já passava de meia noite e meia.
Ainda meio que "sonâmbulo", não consegui entender o que estava acontecendo na casa de um dos vizinhos : o barulho era bastante forte: gritos, pancadas no chão e também nas paredes. Assustado, levantei-me e fui até a cozinha tomar um copo de água, e enquanto caminhava pelo corredor pude compreender melhor os sons que vinham, embora não conseguisse ainda precisar se dos fundos, da frente ou dos lados. 
Não acreditei no que estava acontecendo: Em uma das casas adjacentes a minha, um grupo de "evangélicos" produziam aquele barulho infernal, que provavelmente já teria acordado os demais vizinhos com aquele som "veemente e impetuoso". Os sons emitidos alí oscilavam e eram de todas as especies que se pode imaginar: gritos, choros, palmas, pancadas nas paredes e no …

"Vuvuzela" entra para o dicionário de Inglês de Oxford

A Copa do Mundo, a crise financeira mundial e o aquecimento global estão entre as influências linguísticas mais recentes a serem incorporadas ao dicionário Oxford de inglês, cuja nova edição foi publicada nesta semana. A palavra "vuvuzela" - a corneta usada por torcedores de futebol especialmente durante a última Copa do Mundo - foi acrescentada ao dicionário. No campo da economia, outro termo que entrou no dicionário é "toxic debt" ("dívida tóxica", em português), em referência a dívidas com alto risco de não serem pagas. Também foi acrescentada a expressão "quantitative easing" ("flexibilização quantitativa", em português), a prática econômica de se introduzir dinheiro novo em uma economia através do Banco Central. A política foi adotada pelo governo britânico durante a crise econômica global. A nova edição do dicionário, a terceira, traz alguns termos de mudanças climáticas, como "carbon capture" ("captura de carbono"…